sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Ir. Rita retorna ao Brasil

         O jornal on-line "Brazilian Voice" publicou na manhã de ontem, dia 11 de agosto, uma matéria exclusiva, de Leonardo Ferreira, com Ir. Rita Loici Schneider (Irmã ICM em missão nos Estadou Unidos).

         Confiram a matéria na íntegra:

Entrevista: Missionária gaúcha despede-se do Ironbound e retorna ao Brasil


     Irmã Rita Schneider, missionária da Igreja Saint James, está arrumando as malas para regressar ao Brasil e deixa um grande vazio entre os amigos que conquistou nos anos que fez parte da comunidade no bairro do Ironbound, em Newark (NJ). Mulher valente e lutadora, ela tornou-se popular entre os imigrantes pela luta em prol dos direitos sociais dos imigrantes, líder comunitária ou apenas ouvinte dos problemas comuns nesta sociedade. A colunista e fotógrafa freelance Vera Reis a entrevistou e, durante a conversa, Irmã Rita compartilhou um pouco da vida desta missionária que marcou sua presença em nossa comunidade.


Após quase 13 anos residindo nos Estados Unidos,
Imã Rita Schneider retornará ao Brasil, onde ficará mais próxima de familiares e sua ordem religiosa
BV: Irmã Rita, de que  lugar do Brasil você vem? Como é sua família?
IR: Nasci no interior de uma pequena cidade do RS, chamada Cerro Largo. Meus pais tiveram sete filhos, seis mulheres e um homem, eu sou a segunda mais velha.


BV: Com que idade decidiu ser freira e por que?
IR: Desde pequena eu participava da vida da Igreja, e quando era adolescente integrei o grupo de jovens, gostava de participar de reuniões, festinhas sociais e congressos de juventude, enquanto várias amigas estavam mais interessadas em bailes e namorados. Eu tinha muitas amizades e até namorava, mas ninguém em especial. Um dia conversei com uma irmã e através dela conheci a Congregação das Irmãs do Imaculado Coração de Maria, fundada por uma austríaca chamada Bárbara Maix,  que no ano passado foi Beatificada no Brasil. Foi durante vários anos, estudando, trabalhando e convivendo com as Irmãs que senti que este estilo de vida combinava comigo, que me fazia feliz, e assumi o compromisso. Hoje, muitos anos já se passaram e eu sou demais agradecida a Deus por ter me sustentado nesta vocação. 


BV: Como foi a decisão de vir morar nos USA?
IR - Em 1993 e 1994, já freira há vários anos, eu fui missionária no Haiti. Foi no tempo do golpe militar comandado pelo general Raúl Cedras, quando o ex-presidente Aristide estava exilado aqui nos EUA. Minhas companheiras religiosas e eu trabalhávamos num lugar muito pobre no interior do Haiti e lá seguidamente recebíamos missionárias; os americanos. Elas/eles falavam muito pouco o crioulo haitiano e assim nossa comunicação tornava-se limitada. Comecei a sentir uma vontade imensa de aprender inglês, mas neste tempo minha mãe faleceu e meu pai ficou muito doente, então regressei ao Brasil. Durante esses anos, no Brasil cursei Teologia e em uma das matérias, “Teologia Feminista’, citava-se frequentemente autoras americanas, mas alguns dos livros interessantes não estavam traduzidos.  Quando conclui o curso de Teologia meu pai também já tinha falecido, então pedi às responsáveis da minha congregação para antes de regressar ao Haiti estudar inglês por um ano.


BV: Onde/quando foi sua chegada e  como foi seu começo por aqui?
IR: Cheguei à Miami, FL, no dia 10 de fevereiro de 1999. Fui acolhida por dois padres brasileiros, amigos de amigos, pertencentes a uma ordem religiosa (Escalabrinianos) que tem como carisma trabalhar com os imigrantes. Eles serviam várias comunidades brasileiras na Flórida: Pompano Beach, West Palm Beach, Miami, Kendall. Eu pensava que sabia um pouquinho de inglês, mas que nada! Quando saia na rua sozinha que insegurança se alguém falasse comigo! Até pra ir ao correio era difícil Que luta!


BV: Como se virou com a dificuldade do idioma?
IR: Logo que cheguei me matriculei em uma escola de inglês em Fort Lauderdale (FL) e também comecei a atuar nas comunidades brasileiras junto com os padres. Tinha muito trabalho pastoral, ajudei organizar a catequese, lembro que a Igreja em Pompano estava sempre cheia de brasileiros e nós só dispúnhamos do salão nos sábados a tarde, mas tinha 30 turmas de catequese, então era um desafio enorme formar catequistas e atender tantas crianças! Mas o ano de 1999 passou rápido e em contato com tanto brasileiro o meu inglês continuava pobre. Pedi então mais um tempo às Irmãs do Brasil e a convite de um padre brasileiro, superior provincial dos Escalabrinianos, vim trabalhar num Centro de Serviços Imigratórios e Pastorais em New York, na Rua 44. Ali, atuei vários anos e aprendi muita coisa sobre o mundo dos imigrantes neste país. Como eu morava com religiosas americanas o meu inglês deslanchou  e fui aceita para cursar mestrado em Sociologia na St. John’s University.


BV: E como chegou à Newark?
IR: A convite do Padre Clemente e da Arquidiocese de Newark em setembro de 2004 eu vim para a Igreja Saint James, para atuar na parte social junto a  comunidade brasileira. Acho que foram meus melhores anos nos EUA. Não que não tenha gostado antes, todas as etapas neste país foram riquíssimas para mim, mas quando cheguei aqui em Newark eu já tinha aprendido muito sobre a vida dos imigrantes na América,  entendia algo sobre leis imigratórias americanas, tinha muitos contatos e mais condições de servir, além de já ter concluído o mestrado. A economia ainda estava boa nesta época, havia uma forte esperança de legalização e dezenas de brasileiros chegavam todas as semanas na comunidade.


BV: Qual seu envolvimento com a comunidade?
IR - Eu sempre procurei estar perto, ouvir, participar com o povo nas lutas e festas, dentro e fora da Igreja, buscando também parcerias com outras organizações que atuam junto aos imigrantes. Procurava descobrir serviços, acessos, oportunidades... Aos imigrantes nas questões de trabalho, saúde, imigração....  Principalmente, para os indocumentados e sem domínio do inglês.


BV: O que mais gostou aqui, o que mais lhe deu prazer?
IR- O que mais gostei e me deu prazer foi a convivência, a amizade, as relações com as pessoas. Conheci tanta gente boa! Aqui conheci brasileiros de muitos estados e principalmente de Minas Gerais. Amei este espírito alegre, generoso, festeiro e amigo do povo mineiro, uai! Que saudades já sinto!


BV: O que menos gostou, por que?
IR - O que menos gostei e me causa dor é esta demora, cansaço que este país está dando aos imigrantes em relação à uma oportunidade de legalização. Ouvi muitas, muitas histórias de heroísmo e dignidade de minhas irmãs e irmãos brasileiros, mas tem uma que sempre salta na memória. Em uma das minhas visitas no Centro de Detenção em Elizabeth, uma jovem me contou que tentou várias vezes o visto americano, pois ela desejava tanto reformar a casa da sua mãe idosa e viúva, mas no Brasil não conseguia trabalho. Penhorando US$ 10 mil ela entrou pelo México e trabalhou 7 dias por semana no primeiro ano (cinco de faxineira e dois de baby sitter) para pagar a dívida. Nos dois anos seguintes, ela trabalhou para reformar a casa da mãe, mas numa manhã, indo para o trabalho com duas colegas, foi pega pela imigração. Por detrás de um vidro, no telefone, ela me contou sua história com tanta coragem, tranquilidade e fé!  Não percebi mágoa, nem revolta, pelo contrário, estava agradecida a Deus por tudo. Somente quando falou da maneira que foi levada para a prisão a sua voz embargou. Disse ela: “Fui algemada. Será que me levarão para o aeroporto algemada também?”


BV: Por que voltar ao Brasil? De quem é a decisão?
IR - Como todos os imigrantes que vem para cá, ou a maioria deles, eu não vim para ficar. Foi por um ano. Para aprender inglês. O tempo foi passando e sempre tinha outra razão válida para ficar. A gente vai se apegando e agora já são quase 13 anos! Aprendi tanto aqui! Gosto mesmo daqui, mas faz dois anos que eu comecei a sentir dentro de mim um apelo mais forte de voltar. Minha família religiosa está no Brasil e assim minha família de sangue. Um dia eu teria que voltar e quanto mais tempo a gente fica, mais difícil sair. A saudade aperta o coração, mas acho que nós sempre teremos que conviver com ela, pois passamos a vida toda encontrando e nos separando de pessoas queridas. Outro dia li um pensamento sobre isto (não lembro quem): “Sentimos saudades não porque estamos longe, mas pois um dia estivemos perto”. Ainda bem que a tecnologia nos permite uma fácil comunicação nos dias de hoje.


BV: Como será sua vida lá no Brasil, o que pretende fazer?
IR: Ainda não sei bem. Certamente, até o final do ano terei um tempo para conviver com a família, meu único irmão está lutando pela saúde, e me readaptar a nova realidade.  Depois ficarei à disposição da minha congregação religiosa, sei que minhas companheiras estão esperando por mim para ajudar nos trabalhos e projetos assumidos no Brasil. Acredito que residirei em Santa Maria, RS.


BV: O que mais vai se recordar daqui?
IR: Com certeza do calor humano, acolhida e amizade de tanta gente boa com quem partilhei a vida nestes anos. As experiências de lutas, alegrias, esperanças e sofrimentos dos imigrantes, especialmente o povo da Saint James e muitas pessoas que fizeram parte da minha história nestes anos. Continuarei torcendo e rezando para que aconteça o mais breve possível uma mudança de lei que permita às pessoas que querem ficar aqui se legalizarem e viverem com liberdade e dignidade neste país, nesta região com tamanho contraste climático, frio e calor brutal, e outras coisas duras, mas que também tem tantas coisas boas e oferece muitas oportunidades.


BV: Pode acrescentar alguma informação, reflexão que julgar importante, mesmo que não tenha sido perguntada?
IR: Depois de tudo o que vi, vivi e ouvi durante estes anos de convivência com imigrantes muitas vezes me pego pensando, rezando e pedindo a Deus que nenhum povo, especialmente nosso povo brasileiro, tenha que sair do seu país por falta de oportunidades. Deixar sua pátria, as pessoas que ama, dividir a família, viver na ilegalidade, sem possibilidade de ir e vir, ter direitos básicos negados (...) só porque busca um trabalho que dê condições dignas de vida, de adquirir uma casa, de educar os filhos...  Se alguém quiser deixar sua terra que o faça por razões como de aprender uma nova língua, de conhecer uma nova realidade/cultura, de aperfeiçoar um campo de interesse (...) Deus criou o ser humano para viver na liberdade e dignidade, com condições de sonhar e desenvolver suas potencialidades.


O Blog deseja, desde já, deseja um feliz retorno à Ir. Rita e, agradece toda a dedicação e amor pela missão!


Notícias da Missão na Bolívia...

Bodas de Ouro Valentim e Ercilda (Ica) Lazzari
Todas as datas de aniversário são importantes para as famílias felizes. A data de Bodas de Ouro de nossos pais Valentim e Ercilda (Ica) Lazzari foi especial e comemorada em toda sua magnitude, unida a cada um dos elementos que contribuem para a renovação da promessa por excelência, que um homem e uma mulher podem fazer diante de Deus, realizando seu compromisso de esposo e esposa diante de um altar consagrado.    
Além das homenagens e festas realizadas em família e entre amigos, consagramos o evento com uma belíssima viagem. Nosso grupo composto por onze pessoas entre o casal jubilar, sete filhos, um irmão e uma cunhada do esposo foi recebido na Casa de Formação das Irmãs do Imaculado Coração de Maria em Santa Cruz de La Sierra na Bolívia durante os dias 16 a 22 de Julho de 2011.

   
Na programação da viagem contemplamos passeios por Santa Cruz, visitas ao Santuário de Cotoca, Padroeira de Santa Cruz, às Missões Jesuíticas na Chiquitania. Em La Paz, Lago Titicaca, ao Monte Chacaltaya.  Celebração na Comunidade Paroquial. Missa e Celebração oficial das Bodas de Ouro na Capela da casa das Irmãs e jantar de comemoração. Surpresas maravilhosas programadas pelas anfitriãs agraciaram os festejos com cartazes de recepção, músicas italianas, grupo de músicos formado por uma família missionária, almoços na Casa de Retiro dos Padres da Sagrada Família, poesias e momentos de recordação da infância do casal e dos filhos.

Estes momentos nos oportunizaram também conhecer melhor o trabalho maravilhoso realizado pelas Irmãs com as famílias menos favorecidas daquelas comunidades através de atendimento psicológico, orientação à saúde e à alimentação alternativa, aulas de Língua Portuguesa, Catequese, CEBs, Coordenação da Pastoral no Colégio Marista mostrando e fazendo jus a verdadeira Missão da Congregação sobre a “Opção Preferencial pelos Pobres sendo testemunho de esperança e fraternidade para o mundo”.

Recebemos ali o grande ensinamento de Bárbara Maix, Fundadora da Congregação: "Mostremos com nosso exemplo aquilo que com palavras ensinamos". Além da acolhida gostosa e do ambiente familiar e religioso no amor de Cristo, tivemos uma aula de economia, de conhecimento, de organização e de disciplina. Por tudo isso, agradecemos e as parabenizamos pela iniciativa  e principalmente pela   Ação Social Comunitária, nem sempre cumprida pelo poder público, do qual é obrigação.
Esse artigo foi elaborado pelos filhos do casal Jubilar


Nós, Irmãs das Comunidades Coração de Maria e Bárbara Maix, agradecemos de coração, a iniciativa  da Família Lazzari, por escolher nossa Comunidade para Celebrar as Bodas de Ouro de Valentim e Ercilda Lazzari. Foi uma oportunidade única de compartilhar com a família momentos tão bonitos de convivência, festa e passeios e também de conhecimento da Missão que realizamos, nestas terras Bolivianas.
Irmãs: Ana Eugenia Lazzari, Teolide Viecieli, Antoninha Bolzan e Eni Terezinha Azambuja

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Bodas de OURO

BODAS DE OURO!
     As Irmãs Anna e Isalete Bisognin celebraram seus 50 anos de Vida Religiosa, no dia 24/07, junto aos seus familiares, em Santa Maria.









Parabéns Irmãs pelo testemunho de ALEGRIA  pela Vida Consagrada!

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Comunidade Casa Provincial – Santa Maria/RS

 Com imensa alegria, nos dias 30 e 31 de julho 2011, recebemos a visita da Diretora Geral Ir. Marlise Hendges e da Coordenadora Provincial Ir. Ana Luiza Cocco Bisello.
As horas desse encontro passaram rapidamente. Conversamos e festejamos a visita. Com elas tivemos a Leitura Orante da Bíblia, onde a reflexão conduziu a vivência fraterna e do amor.  Fomos incentivadas a termos “O olhar que faz a diferença – Olhos fixos em Jesus”. Admiramos o DVD da Profissão Religiosa das Irmãs onde nos trouxe a vida Celebrativa na África com coreografias, alegrias, oferendas, cantos festivos.  Relatou-nos várias situações referentes à Congregação: Bárbara Maix, o Memorial, a SEC...



Ir. Marlise e Ir. Ana Luiza criaturas de Deus, simples, acolhedoras, bondosas e amorosas, valorizaram os dons de cada uma incentivaram a missão da acolhida dessa Comunidade. Ir. Marlise falou-nos que para ela “O maior patrimônio são as Irmãs”.
As Irmãs da Comunidade louvam e agradecem essa estada curta, porém proveitosa e cheia de carinho e ternura de Deus. São elas testemunho de vida, de paz. Possuem espírito de oração; deixaram-nos de presente um quadro com a benção da Bem-Aventurada Bárbara Maix.



Deus seja louvado! Foram dois dias prazerosos e abençoados.
Desejamos a Irmã Marlise e Ana Luiza que possam ter sempre paz, saúde e a proteção da Santíssima Trindade em suas vidas e missão.
Um carinhoso abraço de cada Irmã

Comunidade “Casa Provincial” – Santa Maria/RS
P/ Ir. Adelina Helena Minuzzi Garlet

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Ir. Janice partilha experiência

Ir. Janice
O Blog da Província de Santa  Maria recebeu de Ir. Janice Hoefle o seguinte depoimento, a respeito do Encontro das Junioristas, já noticiado:
 
             "No Sagrado tempo de Encontro compartilhado com cada Irmã foi possível experiênciar o Amor de Deus através da acolhida, da alegria, da partilha, da fraternidade vivenciada! Fortaleceu-se a confiança de que o Carisma da Bem-Aventurada Bárbara Maix é Herança Viva, que continua a nos comprometer com o Projeto de Jesus Cristo e a nos desafiar na Missão de tornar visível no hoje da História o Rosto de Deus através do nosso modo de viver: Vida Religiosa Consagrada! Com certeza nos sentimos provocadas pela Sabedoria jorrada do livro " O Beijo de Deus". Obrigada a cada Irmã pela disposição em juntas caminhar, e pela frente outros encontros preciosos virão!"

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Encontro das Irmãs Junioristas ICM do RS

        Aconteceu no último final de semana, 30 e 31 de julho, o 2º Encontro de Junioristas da Província de Santa Maria deste ano - contamos com a maravilhosa participação das Irmãs: Janice e Margarida da Província de Caxias do Sul e, das Irmãs: Daniele e Iraídes da Província de Porto Alegre. 



     O mesmo aconteceu, na cidade de São João do Polêsine-RS, na Comunidade N. Srª da Saúde, com o Tema: Vida Religiosa dom de Deus. Foram dias de intensa convivência, partilha de vida e estudos que nos ajudam a trilhar com mais firmeza o caminho do seguimento a Jesus Cristo.




      A própria turma nomeou o Encontro de: 1º Encontro Estadual de Junioristas -  e de tão gostoso já palnejaram mais dois encontros para o próximo ano.

     Da Província de Santa Maria participaram as Irmãs Junioristas: Camila, Fernanda, Josélia, Maristela, Rita de Cássia e Irmã Maria Helenita, responsável pela formação da Província, todas estiveram unidas em oração com a Irmã Estine - Juniorista no Haiti.


    Agradecemos a calarosa acolhida das Irmãs idosas em Polêsine. Conviver com elas nesses dias foi para nós  um verdadeiro "Beijo de Deus" como diz a Ir. Ana Roy no livro que foi tema do nosso estudo.

Ir. Josélia Francisca Ramos 
Pelas Junioristas

Confira abaixo outras fotos do encontro:

Momentos de recreação e de lazer com
a Comunidade Nossa Senhora da Saúde







 Passeio em Vale Vêneto
no  Festival de Inverno



Irmãs prestigiando a apresentação do Coral


terça-feira, 2 de agosto de 2011

Encontro das Irmãs de Comunidades Formadoras do Junioristas

       Nos dias 23 e 24 de julho de 2011, 10 Irmãs das Comunidades com Junioristas  reuniram-se no Edifício Bárbara Maix, para refletir enquanto Comunidades Formadoras.
      O Encontro constituiu-se num espaço de graça pela maneira como cada Irmã abraça essa missão, acreditando na interação do Espírito Santo tanto na formadora como na formanda. Ele é o guia no caminho conforme a vida nova trazida por Jesus Ressuscitado e assumida por Bárbara Maix.


Tema: Deus-Formador age na história servindo-se de mediadores/as para que a ação de Deus se processe no coração daqueles/as que Ele chama para missão.

Objetivos: - Cultivar-se pessoalmente como permanente formanda e aprendiz;
                   - Refletir em conjunto a missão de acompanhadoras de junioristas em processo de solidificação da experiência de Consagração religiosa no seguimento de Jesus Cristo por meio de nossa Congregação.

       

            “A formação consistirá em ajudar os/as formandos/as
                a entrar na
mesma dinâmica existencial-espiritual-cristológica
                  vivida pelo/a formador/a” 
 Pe. Jaldemir Vitório